Prólogo - parte 2

Author: Luan F. Bittencourt / Marcadores:

Chegaram seis soldados na entrada do muro do castelo, foram abertos os portões da muralha e eles entraram com as espadas na mão, preparados para uma batalha. Usavam armaduras feitas de ferro leve e acinzentadas, elmos e calças que combinavam com a armadura. Eles avistaram um pardo parado os observando.
─ O que quer aqui, criatura das trevas? ─ Perguntou um soldado ao pardo com um tom de voz alto.
O homem encapuzado deu um leve sorriso, expondo os seus dentes afiados. Após alguns segundos, ele apontou a sua mão direita na direção dos soldados, revelando uma mão fina e esbranquiçada, como se apenas houvesse pele e osso, e pronunciou:
─ Flurian Friktus! - De modo repentino, uma grande esfera flamejante surgiu na palma de sua mão e voou rapidamente na direção dos guardas.
A magia atingiu o soldado que estava ao centro dos demais, e este foi logo tomado pelas chamas. Também outros dois homens que se encontravam ao seu lado, foram consumidos pelo fogo.
Os três que sobreviveram partiram para cima do pardo, aproveitando que este havia usado muita energia, fazendo-o ficar debilitado. Um dos soldados o atacou o inimigo na cabeça, lançando sua espada sobre ele. Todavia, com uma velocidade incrível, o pardo puxou a sua arma da bainha e bloqueou o golpe do adversário, fazendo-o cambalear e cair no chão. Aproveitando-se do momento de descuido, um outro soldado cortou as costas do homem que o fez liberar um grito medonho de dor e logo depois, desmaiou.
─ Vamos matá-lo! ─ disse um soldado logo após o pardo desmaiar.
─ Não! ─ protestou o soldado que estava no chão, já se levantando ─ Devemos prendê-lo e, quando ele acordar, vamos interrogá-lo.
Ouviram-se gritos de socorro, com uma voz fina e feminina, mas, no mesmo instante, foram ouvidos sons de vidro se quebrando e se espalhando pelo chão, que os soldados julgavam ser no segundo andar. Quatro homens com roupas e capuzes marrons pularam de uma das janelas do castelo e um deles carregava uma moça jovem nas costas. Ela estava usando um longo vestido vermelho com detalhes de diamante, um colar com uma pedra brilhante no centro e uma pequena coroa de ouro com pequenas pérolas entalhadas nas suas laterais, que provava que ela pertencia a uma classe nobre.
Quando os pardos caíram no chão, eles não demonstraram nenhum sinal de dor ou dificuldade para correr, e fugiram em direção a floresta ao norte da cidade. Os soldados tentaram alcançá-los, mas os homens já haviam levado vantagem contra eles e eram tão rápidos quanto quaisquer uns dos guardas.
Um soldado franziu a testa, demonstrando medo, tentava descobrir quem era a jovem moça que os pardos haviam raptado. Ele se lembrou de uma festa que haveria hoje no castelo do rei, até que se lembrou o que seria comemorado. Então o soldado concluiu:
─ Eles raptaram a princesa ─ ele hesitou, mas depois prosseguiu ─ justo hoje, no dia do seu aniversário.
─ Belo presente. ─ ironizou o pardo, já consciente, mas ainda muito fraco.
─ Cale-se, seu estúpido! ─ gritou um soldado, dando um forte soco no seu rosto.

Próximo post: Capítulo 1

7 comentários:

Junior disse...

mew, viajei no texto, vou seguir seu blog

Miss Jay disse...

meew
vc que escreve??
muito boa sua ideia, mas lembre-se se proteger seus textos com direitos autorais. Logo que der faço um link do seu blog la no meu.
e cuidado mesmo com os plagios.
lindo demais seu taplete tbm.

beijos
e passa la:
http://jdinfinito.blogspot.com/

Luan F. Bittencourt disse...

Muito obrigado pelos elogios, Junior e Miss Jay, e sim, eu que escrevo. ^^
E eu pensei sobre protejer os textos também. Queria colocar aquela trava de seleção, mas nem sei como. Vou dar uma pesquisada como protejer legal. O máximo que consegui foi colocar o meu nome lá no topo do site. ^^
Muito obrigado novamente! Tentarei fazer sempre melhor para agradar a vocês!

seria trágico se não fosse cômico ou vice versa disse...

interessante a história....vu tentar acompanhar...pobre da princesa!

jaka disse...

boa historia, vou acompanhar a trama.

Maurício disse...

Muito bom e realmente procurem proteger o texto, pois o tempo de vocês, sabedoria de ambos e os seus conhecimentos podem ser compartilhados, mas nunca roubados.
Tudo na vida tem um começo, os grandes escritores também começaram assim.
Vão em frente, continue com os seus objetivos e metas que muito em breve alcançarão o que desejam.
Bjs,
Seu pai
Maurício

Maurício disse...

Muito bom e realmente procurem proteger o texto, pois o tempo de vocês, sabedoria de ambos e os seus conhecimentos podem ser compartilhados, mas nunca roubados.
Tudo na vida tem um começo, os grandes escritores também começaram assim.
Vão em frente, continue com os seus objetivos e metas que muito em breve alcançarão o que desejam.
Bjs,
Seu pai
Maurício

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